202005.05
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Recolher

Recolher-se é (re)organizar-se e (re)legalizar-se

A pandemia que pairava, e agora existe, traz sem sombra de dúvidas grandes dificuldades para as famílias. Se apenas um ou ambos trabalhavam, o anunciado lay-off é sabido por todos não responde nem em tempo nem em modo às necessidades que já antes eram muitas e que pelo esforço enorme das famílias fazia esticar o orçamento para o pagamento de necessidades primárias.

Outros, cujo rendimento era consideravelmente elevado esperavam sem poder esperar outra coisa poder suportar despesas que há altura consideravam também eles naquela mesma proporção, fundamentais.

Do que aì vem nada se sabe… sabe-se contudo que mesmo o mais magro salário, é aspirado por continhas aparentemente ridículas (comissões de cartões bancários, subscrições adicionais, a contas de bens essenciais de electricidade, comunicações, etc).

Noutros, sendo exponencialmente maiores os valores, e logo, camufladas as despesas, vê-se agora a importância ser simplesmente avassaladora.

Há que equacionar, renegociar contratos, extinguir outros, mas sempre simplificálos, reinventarmos que aquela estória dos pacotes que nos trazia mais não sei quantos benefícios, afinal quantas vezes de facto os usamos….

Sem desespero, mas na consciência do que efectivamente necessitamos e daquilo objectivamente nos podem legalmente obrigar a pagar ainda que (as circunstâncias que fundaram contratar para ambas partes prestador e receptor de serviços se mantiveram ou mudaram inesperadamente .)

Aqui que reside a necessidade de reorganizando-nos legalizando-nos.

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